As vítimas de Orlando também somos nós, por Cris Bruel

Cris Bruel,  drª. em Psicologia, integrante do Coletivo Feminino Plural e do Fórum da Parada Livre de Porto Alegre

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Foto: Ariane Laubin/Reprodução

No dia 28 de junho, Dia do orgulho LGBTT, houve um Ato na Esquina Democrática, no Centro de Porto Alegre, que teve como um dos temas principais as mortes ocorridas em Orlando: “As vítimas de Orlando também somos nós”.  A manifestação aludiu ao orgulho de sermos quem somos independente de nossa orientação sexual, identidade e expressão de gênero.

As 50 mortes de Orlando são o exemplo da brutal violência sofrida pela população LGBTT em todo o mundo. No Brasil, foram, até o momento, mortos 318 pessoas LGBTT, segundo relatório anual do Grupo Gay da Bahia (GGB).

Vivemos em uma sociedade machista, fundamentalista e violenta que exclui qualquer possibilidade de “sermos” ou “estarmos” no mundo que não seja dentro de uma lógica construída com base na heterossexualidade branca, de classe média e masculina.
Lutaremos sempre para que as mudanças ocorram e o respeito prevaleça!

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