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O Programa Escola Lilás de Direitos Humanos é composto por estratégias de educação em Direitos Humanos de Adolescentes e Jovens, a partir de Metodologias Feministas. O programa desenvolveu-se a partir de 2003, com intervenções na Vila Cruzeiro do Sul – Meninas Sabidas, Protagonismo Juvenil Feminino com Acessibilidade Digital; no bairro da Restinga – Jovens Mães para a Cidadania e Meninas e Jovens Construindo a Cidadania, consolidando-se em um programa permanente da entidade, denominado como Escola Lilás de Direitos Humanos.

A Escola Lilás de Direitos Humanos capacita jovens de contextos diferenciados nas mesmas temáticas, adequando à realidade de universitárias e adolescentes de bairros periféricos de Porto Alegre. Aplica fundamentos da Metodologia Feminista e da Pedagogia de Paulo Freire, articulando fundamentos teóricos e políticos com saberes dos distintos grupos sociais. As atividades são compostas por módulos de aulas, oficinas teórico-práticas e de teatro, música e performance. Nos anos de 2010-2011 contou com o apoio da Rede de Parceria Social/Imama, desenvolvido no Centro de Referência Especializado de Assistência Social da Restinga (Creas/Cecores). Um dos resultados do projeto foi a publicação Metodologias Feministas – A experiência da Escola Lilás de Direitos Humanos, 2011.  Fluxo contínuo.

logo_contracenar_2012_PROGRAMASEm 2012 constituiu-se um grupo feminino de teatro de jovens da Restinga em torno do tema dos direitos humanos e enfrentamento à violência contra as mulheres e meninas, projeto esse denominado “Contracenar para transformar – direitos das meninas em cena!”. Apoio da Rede Parceria Social, Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social do RS, SESI-Fiergs, com recursos da CEEE. Parcerias: Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, CRAS Ampliado e CREAS/Restinga. Acesse o Blog: www.escolalilasdh.blogspot.com.br

arte folderEntre 2015 e 2016, o programa Escola Lilás de Direitos Humanos contou com o apoio da Vara de Execuções Penais e Medidas Alternativas (Vepma) do Tribunal de Justiça do Estado (TJ/RS) e ocorreu no bairro Restinga. Durante as “Oficinas sobre Direito e Teatro”, dezenas de meninas participaram das ações realizadas de dezembro a maio.

Projetos

Canto de Cicatriz – Documentário sobre um tema difícil, cercado de tabus e pactos de silêncio: a violência sexual contra meninas. Depoimentos de vítimas que relatam detalhes dos abusos sofridos intercalam-se a comentários de especialistas, desenhos feitos por crianças abusadas, filmes de ficção e enquetes nas quais ficam evidentes os mitos e preconceitos envolvendo o assunto.  DVD esgotado. Acesse em: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/tv/materias/OLHARES/181660-CANTO-DE-CICATRIZ-(DIRETORA-LAIS-CHAFFE).html

Meninas e Jovens Construindo a Cidadania – Grupos de adolescentes de ambos os sexos, vindos de escolas do bairro da Restinga foram envolvidos em oficinas criativas sobre direitos humanos, em especial direitos sexuais e direitos reprodutivos e sexualidade, propiciando a troca de percepções e representações sociais, o debate sobre mitos e tabus, e o acesso às políticas públicas. Com o apoio da Rede de Parceria Social, Rede Feminista de Saúde, o Centro Infanto-Juvenil Monteiro Lobato, Secretaria Municipal de Saúde e FASC de Porto Alegre. Apoio RSMLAC. 2008.

Jovens Mães – Oficinas de Cidadania, Direitos Humanos – Módulos de conteúdo sobre saúde, direitos sexuais e direitos reprodutivos, com jovens que já exercem a maternidade ou são gestantes no Bairro da Restinga (Porto Alegre). Parceria com o Centro Infanto-Juvenil Monteiro Lobato, Secretaria Municipal de Saúde e FASC de Porto Alegre. Apoio RSMLAC. 2004.

Meninas Sabidas – Protagonismo Juvenil Feminino com Acessibilidade Digital – Projeto desenvolvido na Vila Cruzeiro do Sul de Porto Alegre. Autofinanciado, constitui-se de ações criativas com grupo de meninas em torno de temas por elas estabelecidos em processo coletivo e o desenvolvimento de conteúdos para um site em que elas são as protagonistas. Duração de um ano, em parceria com a Associação de Moradores. 2003.