Em entrevista ao jornal Extra Classe, a psicóloga e uma das coordenadoras do Coletivo Feminino Plural, Teresa Cristina Bruel dos Santos, afirma que participar da Parada Livre também representa uma resposta ao histórico silenciamento das mulheres lésbicas. A expectativa é que a mobilização contribua para ampliar a visibilidade desse grupo e fortalecer o debate sobre igualdade de direitos e representação social.
“Além de ampliar a visibilidade, coloca essa pauta no centro de um dos maiores eventos de diversidade do estado”, afirma. “O aumento absurdo de lesbocídios (assassinato de mulheres lésbicas motivado pelo ódio) e de transfeminicídios (assassinato de travestis e mulheres transexuais motivado por aversão de gênero) em nosso país torna essa luta urgente.”


